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Cientistas apontam conexão entre neurônios e liberação de insulina

Esse grupo de neurônios é sensível às oscilações de nutrientes, como glicose, ácidos gordurosos e aminoácidos.

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A conexão entre os neurônios POMC do hipotálamo e a liberação de insulina pelo pâncreas, além de novos mecanismos moleculares envolvidos nesta conexão.

Um grupo de pesquisadores descobriu que há neurônios responsáveis por modular a quantidade de insulina que o pâncreas libera. As estruturas estão localizadas no hipotálamo e são chamadas de Pró-opiomelanocortin (POMC). Esse grupo de neurônios é sensível às oscilações de nutrientes, como glicose, ácidos gordurosos e aminoácidos. A conexão entre os neurônios POMC do hipotálamo e a liberação de insulina pelo pâncreas, além de novos mecanismos moleculares envolvidos nesta conexão.

“Foi surpreendente descobrir que estes neurônios não só estão envolvidos no controle da ingestão, o que já se sabia, mas também que tem ligação com o controle da quantidade de insulina que segregam as células beta do pâncreas”, afirmou Antonio Zorzano, um dos líderes da equipe. A pesquisa permitiu aos estudiosos observar pela primeira vez que esta comunicação entre hipotálamo e pâncreas depende da atividade da proteína mitofusina 1 e entender alguns detalhes moleculares desta conexão. “Entender os mecanismos relacionados ao regulamento da insulina é importante e, portanto, nos ajuda a entender melhor a fisiopatologia do diabetes”, destacou Marc Claret, também líder da equipe.

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