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Bolsonaro lança partido com defesa do porte de armas e repúdio ao socialismo

Os advogados eleitorais de Bolsonaro, Admar Gonzaga e Karina Kufa serão secretário-geral e tesoureira do Aliança pelo Brasil, respectivamente.

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A família do presidente brasileiro estará no comando do novo partido.

Com bandeiras como a defesa do porte de armas, repúdio ao socialismo e comunismo e religião cristã, aconteceu o lançamento oficial do partido Aliança pelo Brasil, nesta quinta-feira (21). A sigla abrigará o presidente da República Jair Bolsonaro, que marcou presença na cerimônia. De acordo com a Folha de S. Paulo, a Aliança foi apresentada como “um partido conservador e soberanista”, contrário as “falsas promessas do globalismo” e “comprometido com a autodeterminação” e com as “tradições históricas, morais e culturais da nossa nação brasileira”. A família do presidente brasileiro estará no comando do novo partido. Jair Bolsonaro ficou na presidência do Aliança pelo Brasil e um dos filhos, o senador Flávio Bolsonaro, na vice-presidência. Jair Renan, o 4º filho do presidente do Brasil, foi nomeado vogal da Aliança, integrante que tem direito a voto nas decisões internas do grupo.

Os advogados eleitorais de Bolsonaro, Admar Gonzaga e Karina Kufa serão secretário-geral e tesoureira do Aliança pelo Brasil, respectivamente. Ainda conforme a Folha, outro vogal da comissão provisória da sigla é Tercio Arnaud. Atualmente ele ocupa o cargo de assessor especial da Presidência e atua no gabinete que cuida das redes sociais de Bolsonaro. Apesar do lançamento do partido, a viabilidade da legenda depende de brechas na Justiça Eleitoral. Ainda conforme apuração da Folha, a nova sigla pode disputar a eleição municipal de 2020 e chegar à corrida presidencial de 2022 sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem tempo de rádio e TV.  (BN)

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