
O deputado nega ser dono de tais contas e alega que tem bens geridos por trustes (empresas jurídicas que administram fundos e bens
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta quinta-feira (8) um pedido do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para suspender o processo de cassação de que ele é alvo na Câmara. A votação definitiva no plenário da Casa está prevista para segunda-feira (12), às 19h. Por 10 votos a 1, seguindo voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso, a maioria na Corte não identificou irregularidades no andamento do processo na Câmara que tivessem restringido o direito de defesa do ex-presidente da Câmara, como alegou sua defesa.
O único voto à favor dos advogados do deputado foi o ministro Marco Aurélio Mello. Eduardo Cunha está afastado do mandato desde 5 de maio por ordem do STF. Ele responde ao processo de cassação na Câmara por suposta quebra de decoro parlamentar, acusado de manter contas secretas no exterior e de mentir sobre elas em depoimento à CPI da Petrobras, no ano passado.
O deputado nega ser dono de tais contas e alega que tem bens geridos por trustes (empresas jurídicas que administram fundos e bens). Além do processo de cassação na Câmara, o peemedebista é alvo de uma ação penal no STF. A Procuradoria Geral da República (PGR) afirma que ele usou contas no exterior para lavar dinheiro desviado da Petrobras. (JB)





































