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Seminário aponta que “bagre africano” é a praga dos rios: Um perigo para outras especies

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O animal se alimenta de todos as espécies do ecossistema e sobrevive em locais com pouca quantidade de água: Fotos \ Notícias de Ubatã

Os alunos da disciplina de Biologia do 3º Ano A do Colégio Estadual de Ubatã (CEU), coordenados pela professora Maria Rita Santos, apresentaram na noite da última terça-feira (09) na Sala de Vídeo o resultado de uma pesquisa de campo sobre o Bagre Africano.

De acordo com a pesquisa apresentada, o Bagre Africano,  é de origem asiática e erroneamente recebe tal denominação. A equipe, através de pesquisa de campo, constatou que o peixe foi introduzido no Brasil para fins comerciais, entretanto a carne não agradou o paladar dos brasileiros, e o animal, que possui uma grande capacidade de reprodução, acabou “invadindo” os rios brasileiros, sobretudo o Rio das Contas.
Segundo a apresentação, o animal se alimenta de todos as espécies do ecossistema e sobrevive em locais com pouca quantidade de água. Segundo constatação, o Bagre Africano pode sobreviver em locais com até 5 cm de vazão. Além disso o peixe não possui predadores naturais, o que causa um desequilíbrio na cadeia alimentar. Assim, o peixe vem causando diversos problemas nos rios, pois tem reduzido a população de muitas espécies.

Alunos apresentaram seminários sobre o bagre africano

O grupo composto pelos alunos: Nenildo Bispo, Diogo Santos, Jennifer Fernandes, Aleison Oliveira, Mateus Silva e Lorena dos Santos concluíram a apresentação reforçando a necessidade de se realizar alguma medida visando a preservação dos ecossistemas onde o bagre-africano está presente, bem como alertou acerca do consumo da carne do peixe, onde existem relatos de terem causados problemas, à exemplo de dores de cabeça, náuseas e febre.

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