
Na Bahia, quem mais espera é quem precisa de um rim – em média, 22,9 meses.
Na lenda católica, um dos maiores milagres da medicina foi um transplante de perna realizado por Cosme e Damião. Passados quase dois milênios, a associação entre transplante e milagre ainda está presente no imaginário popular, sobretudo na Bahia, onde, até junho, 1.915 pessoas aguardavam por um órgão – no país são 32.956. A fila do transplante no estado é a quarta maior do Brasil, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).





































