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A juíza Ana Cláudia Souza, da 2ª Vara da Justiça pela Paz em Casa, percebeu que as vítimas de violência doméstica chegavam para atendimento sem a mínima informação de como o processo se desenvolve e o que realmente poderia ser resolvido com as medidas protetivas.Além disso, sentiu o desconforto dessas vítimas de estarem no mesmo ambiente que o suposto agressor. Isso a levou a criar, em janeiro deste ano, um projeto com o objetivo principal de orientar essas mulheres acerca da Lei Maria da Penha e das medidas protetivas que podem ser tomadas durante o processo. Mas o apoio às vítimas vai além da orientação, que acontece em encontros mensais. A magistrada e uma equipe multidisciplinar já proporcionaram diversas atividades, como ensaio fotográfico e dia de beleza, que ajudam também a autoestima dessas mulheres, que na maioria dos casos fica bastante abalada após as agressões.





































