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Pesquisa revela impacto de artrite reumatoide na vida social e pessoal de doentes

Quase 60% dos pacientes sofrem com frustrações, depressão e alterações de humor.

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A maior parte das mulheres que participaram da pesquisa tinha entre 5 a 15 anos da doença.

Uma pesquisa mundial inédita, divulgada nesta quinta-feira (6), no 25º Congresso Brasileiro de Reumatologia, no Rio de Janeiro, revela os impactos da artrite reumatoide na vida dos pacientes. Mais de 9 mil pessoas participaram da pesquisa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a artrite reumatoide atinge uma em cada 100 pessoas. Em torno de três mulheres para cada um homem são atingidas pela doença.

A maior parte das mulheres que participaram da pesquisa tinha entre 5 a 15 anos da doença. Mais de 50% dos pacientes relataram que ainda sentiam dor, rigidez matinal quando acordavam, com as articulações endurecidas, com dificuldade de movimento e fadiga. Do total, 36% das pessoas tiveram que parar de trabalhar ou a doença prejudicou de algum modo a carreira profissional delas. Apesar dos tratamentos, os pacientes ainda têm diversas dificuldades, sobretudo, na vida pessoal e social.

Quase 60% dos pacientes sofrem com frustrações, depressão e alterações de humor. 64% sentem o impacto da doença na vida sexual. Em relação à atividade física, mais de 30% disseram não ter vontade de fazer exercícios físicos, por conta das dores que sentem. E 56% dos consultados sentem-se frustrados ou insatisfeitos quando não conseguem realizar ou completar atividades por causa da doença. O tratamento, após a retirada do processo inflamatório, consiste em exercícios físicos para melhorar a questão cardiovascular, que é muito afetada.

A área mais afetada dos pacientes são as mãos. A perspectiva é que a pesquisa ajude no diálogo entre médicos e pacientes, tornando prioritárias no tratamento as questões Uma pesquisa mundial inédita, divulgada nesta quinta-feira (6), no 25º Congresso Brasileiro de Reumatologia, no Rio de Janeiro, revela os impactos da artrite reumatoide na vida dos pacientes. Mais de 9 mil pessoas participaram da pesquisa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a artrite reumatoide atinge uma em cada 100 pessoas.

Em torno de três mulheres para cada um homem são atingidas pela doença. A maior parte das mulheres que participaram da pesquisa tinha entre 5 a 15 anos da doença. Mais de 50% dos pacientes relataram que ainda sentiam dor, rigidez matinal quando acordavam, com as articulações endurecidas, com dificuldade de movimento e fadiga. Do total, 36% das pessoas tiveram que parar de trabalhar ou a doença prejudicou de algum modo a carreira profissional delas.

Apesar dos tratamentos, os pacientes ainda têm diversas dificuldades, sobretudo, na vida pessoal e social. Quase 60% dos pacientes sofrem com frustrações, depressão e alterações de humor. 64% sentem o impacto da doença na vida sexual. Em relação à atividade física, mais de 30% disseram não ter vontade de fazer exercícios físicos, por conta das dores que sentem. E 56% dos consultados sentem-se frustrados ou insatisfeitos quando não conseguem realizar ou completar atividades por causa da doença.

O tratamento, após a retirada do processo inflamatório, consiste em exercícios físicos para melhorar a questão cardiovascular, que é muito afetada. A área mais afetada dos pacientes são as mãos. A perspectiva é que a pesquisa ajude no diálogo entre médicos e pacientes, tornando prioritárias no tratamento as questões de maior importância para os doentes, sem se ater somente aos problemas.de maior importância para os doentes, sem se ater somente aos problemas.

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