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Novo diretor da PF chefiou missão de pacificação em Pau Brasil

Em junho de 2003 assumiu a chefia do Serviço de Operações Especiais do Comando de Operações Táticas, onde executou várias missões de relevância no Departamento.

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Formado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), Segóvia é delegado desde 1996.

Apesar do apoio político que recebeu do PMDB, Fernando Segovia é tido dentro da Polícia Federal como um delegado de perfil operacional. Ele chefiou o serviço de operações especiais do Comando de Operações Táticas da PF e tem cursos de especialização nos Estados Unidos. Veja o currículo: Formado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), Segóvia é delegado desde 1996.

Nesses 22 anos, foi superintendente regional da PF no Maranhão e adido policial na África do Sul, exercendo parcela importante de sua carreira em diferentes funções de inteligência nas fronteiras do Brasil. Iniciou a carreira como chefe da Delema/SR, chefiando a missão de pacificação dos índios da etnia Pataxó-hã-hã-hãe, na cidade de Pau Brasil/BA. Em junho de 2003 assumiu a chefia do Serviço de Operações Especiais do Comando de Operações Táticas, onde executou várias missões de relevância no Departamento.

Como Superintendente no Maranhão, reorganizou e modernizou a estrutura administrativa da, liderando ações policiais importantes no combate à corrupção e ao crime organizado, como as operações Rapina III, IV e V. Representou o Brasil nas seguintes organizações multilaterais: ONU, OEA, Mercosul, Organização Marítima Internacional, Convenção Interamericana contra o Tráfico de Armas, Munições e Explosivos, Interpol, dentre outras.

Segóvia tem vários cursos de aperfeiçoamento policial, com destaque para as capacitações de gerenciamento avançado policial na Internacional Law Enforcement Academy (EUA) e de Proteção de Dignitários em Washington DC com o Serviço Secreto daquele país. Também tem cursos em operações especiais, imigração e falsificação de documentos.

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