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Gás de cozinha ficou mais caro na Bahia a partir desta quinta-feira após novo reajuste da Acelen

Com a aplicação da nova tabela, o valor da tonelada do GLP saltou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60, o que representa um acréscimo bruto de R$ 328,20 na refinaria.

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A nova alta anula a deflação registrada em agosto, quando o insumo havia sofrido uma redução de 7,1% nas refinarias.

Os consumidores baianos voltam a sentir o impacto da inflação no orçamento doméstico a partir desta quinta-feira (1º). A Acelen, concessionária responsável pela administração da Refinaria de Mataripe, autorizou um novo reajuste de aproximadamente 9% no valor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) vendido diretamente para as empresas distribuidoras no estado.

Com a aplicação da nova tabela, o valor da tonelada do GLP saltou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60, o que representa um acréscimo bruto de R$ 328,20 na refinaria. Para o tradicional botijão residencial de 13 quilos, esse reajuste na origem equivale a uma alta direta de cerca de R$ 4,27.

O encarecimento nas distribuidoras, no entanto, deve pesar ainda mais no bolso do consumidor final quando o produto chegar aos pontos de venda. Representantes do setor de revenda na Bahia calculam que o repasse final para as famílias fique entre R$ 7,00 e R$ 8,00 por botijão. Essa oscilação ocorre porque o preço final praticado na ponta abrange custos logísticos, frete, armazenagem, tributação e a margem operacional de cada estabelecimento comercial.

A nova alta anula a deflação registrada em agosto, quando o insumo havia sofrido uma redução de 7,1% nas refinarias. Em nota explicativa sobre sua política comercial, a Acelen informou que os preços cobrados em Mataripe acompanham critérios estritamente de mercado, levando em conta variações de indicadores internacionais como a cotação do petróleo, a taxa de câmbio do dólar e os custos de transporte do produto.

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