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Família de professor aguarda identificação após 3 meses de crime

Por conta do crime, moradores de Santaluz realizaram uma passeata pelas ruas da cidade cobrando o fim da violência e a solução do caso, tido como crime homofóbico.

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Após três meses de um crime que abalou a cidade de Santaluz, na região sisaleira do estado, familiares do professor Jeovan Bandeira, de 39 anos, esperavam a confirmação da identidade do docente. Jeovan Bandeira e Edivaldo Silva de Oliveira, de 32 anos, foram vistos pela última vez no dia 10 de junho, mesmo dia em que foram encontrados dois corpos carbonizados dentro de um porta-mala de um carro às margens da BA-120, em Santaluz. O corpo de Edivaldo foi enterrado no dia 14 de junho.
Conforme o G1, o corpo ainda sem identificação foi trazido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador, para passar por exame de DNA. Ainda segundo o DPT, a demora na divulgação do resultado do exame depende da qualidade da amostra usada. Por conta do crime, moradores de Santaluz realizaram uma passeata pelas ruas da cidade cobrando o fim da violência e a solução do caso, tido como crime homofóbico.

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