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Dilma assina MP da renegociação das dívidas dos clubes

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Dilma assina MP da renegociação das dívidas dos clubes

Nesta terça (17), após reunir-se com presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o ministro do Esporte, George Hilton, adiantou que a MP seria editada até o fim desta semana.

A presidente Dilma Rousseff assinará nesta quinta-feira (19) a medida provisória que será enviada ao Congresso Nacional e trata da renegociação das dívidas dos clubes de futebol com a União, estimadas em R$ 4 bilhões. O ato de assinatura ocorrerá durante cerimônia no Palácio do Planalto, para a qual foram convidados ministros, autoridades políticas, parlamentares e representantes dos clubes, como o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

Ao longo destas terça e quarta-feira (18), representantes da Casa Civil, Secretaria de Relações Institucionais e Ministério do Esporte se reuniram com parlamentares e representantes dos clubes no Palácio do Planalto para chegar a um acordo sobre o texto. Nesta terça (17), após reunir-se com presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o ministro do Esporte, George Hilton, adiantou que a MP seria editada até o fim desta semana. Após o encontro, Hilton conversou com jornalistas e explicou que o texto da medida provisória apresentará exigências de contrapartidas para os clubes poderem refinanciar as dívidas com a União. Ele, porém, não as detalhou.

Em janeiro, a presidente Dilma vetou artigo de medida provisória que previa a renegociação das dívidas dos clubes de futebol sem obrigá-los a uma contrapartida, conhecida como “fair play financeiro”. “O texto trará exigências muito claras de fair play financeiro, fair play trabalhista. Nós queremos dar não só uma demonstração de que a gente entende o momento difícil dos clubes, mas queremos que haja também um novo modelo de gestão, de administração com transparência”, explicou.  Após participar de reunião no Palácio do Planalto com parlamentares e diretores de clubes, o deputado Vicente Cândido (PT-SP) afirmou que o grupo chegou a um acordo “parcial” sobre o texto da medida provisória que será enviada ao Congresso.

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