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Com doença não diagnosticada, adolescente com 2,18m enfrenta dificuldades em Ipiaú

"O povo fica olhando pra ele na rua. Ele é muito tímido e sente muita vergonha, não costuma olhar nos seus olhos quando fala com você.

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Rodrigo e seus familiares disponibilizaram um número de telefone fixo para que pessoas interessadas em colaborar: (73) 3531-6721

Sem um diagnóstico de gigantismo constatado, Rodrigo Santos Motta, de 17 anos, convive com os transtornos de medir 2,18m. O jovem vivia na zona rural do município de Ibirapitanga, Baixo Sul, mas se mudou para casa da avó em Ipiaú, Médio Rio de Contas, há pouco mais de um mês para estudar. Contudo, Rodrigo tem enfrentado bullying por causa da altura, e tem inclusive evitado sair de casa.
“O povo fica olhando pra ele na rua. Ele é muito tímido e sente muita vergonha, não costuma olhar nos seus olhos quando fala com você. Na escola, ele teve uma briga por causa de apelidos que colocam nele”, conta Thaís Cerqueira de Santana, prima do adolescente. Em entrevista ao Bahia Notícias na tarde desta quarta-feira (28), Thaís explicou que Rodrigo foi submetido a uma tomografia a pedido de um médico clínico, que apesar de ter identificado um problema cerebral, o encaminhou para um neurologista com objetivo de chegar a um diagnóstico mais preciso.
“Não temos condições nenhuma de pagar os exames. Parte do tratamento está sendo feito pelo SUS e também estamos recebendo a ajuda de uma candidata à vereadora aqui da cidade”, afirma. Ela salienta que o rapaz precisa de ajuda para adquirir roupas, sandália – Rodrigo sofre com severos inchaços nos pés -, comida e uma cama adequada ao seu tamanho. “Ele dorme no chão. Estamos correndo atrás para conseguir um colchão que caiba ele”, conta. Rodrigo e seus familiares disponibilizaram um número de telefone fixo para que pessoas interessadas em colaborar: (73) 3531-6721.

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