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Cientista política considera Brasil avançado na prestação de contas eleitorais

Na série de entrevistas, também participaram o ministro Luís Roberto Barroso (STF) e o também cientista político da FGV George Avelino.

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Nos outros países, nem todas as despesas precisam ser reportadas.

O sistema eleitoral brasileiro pode sofrer de diversos problemas, mas a transparência na prestação de contas é muito avançada, afirma a cientista política Lara Mesquita, do Cepesp-FGV (Centro de Política e Economia do Setor Público).

Mesquita participou de pesquisa inédita da FGV, em parceria com a Fundação Brava, que analisou o financiamento de campanha no Brasil e fez comparações com outros seis países (Alemanha, Colômbia, França, Itália, EUA e México).

“O Brasil, em termos de transparência, está bastante avançado”, disse Mesquita, que foi entrevistada para uma série realizada pelo UM BRASIL (plataforma multimídia apoiada pela FecomercioSP ) e Fundação Brava, em parceria com o Cepesp-FGV.

A pesquisadora destaca que, no Brasil, qualquer gasto de campanha precisa ser informado ao órgão regulador (o Tribunal Superior Eleitoral). Nos outros países, nem todas as despesas precisam ser reportadas.

Na série de entrevistas, também participaram o ministro Luís Roberto Barroso (STF) e o também cientista político da FGV George Avelino.

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