Por Agnaldo Santos-A cidade de Camacã principalmente o que diz respeito ao comércio, voltou a sua normalidade depois de cinco longos dias de muito deserto no centro, por conta do final de semana prolongado em virtude dos feriados decorrentes ao carnaval. A manhã desta quinta-feira (19), foi bastante movimentada nas ruas de comércio a exemplo da rua Antonio Pereira dos Santos e Avenida dr. João Vargens. Os principais pontos de auto atendimento, onde são pagos os boletos bancários, contas de água e telefone, estiveram completamente lotados, com longas filas.
Nas estradas que cortam a região Sul da Bahia, principalmente a BR-101, foram registrados inúmeros acidentes, e a reportagem d’o O Tempo Jornalismo, registrou alguns flagrantes, onde os condutores e seus caronas tiveram suas viagens interrompidas, por conta dos acidentes, entre estes, muitos se envolveram em capotamentos, por falta de previsão na direção defensiva, com maior incidência em período chuvoso. Muitas dessas pessoas foram socorridas em Hospitais da região, e alguns não tiveram a mesma sorte. A maioria desses acidentes principalmente os mais graves, foram registrados em uma curva a aproximadamente 2 km de São José da Vitória e a outra com um número considerável de ocorrências é a curva do Rio Branco no Município de Arataca, onde os condutores perdem a direção e caem no despenhadeiro.
A zona rural de Camacã e Pau Brasil por onde passam os Rios Pardo e Panelão, apesar da sua água ser praticamente imprópria para o consumo humano, muitas famílias tanto da zona rural como urbana, continuam vivendo da pesca e assim sustentam suas famílias com a grande variedades de peixes que ainda existem. Mas a pesca predatória, tem sido motivo de muita preocupação, porque alguns pescadores desrespeitam a natureza e até por falta de conhecimento vão de encontro com o período de defeso da desova dos peixes. De acordo com a portaria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, (IBAMA), fica proibida qualquer tipo de pesca profissional, inclusive o uso de redes em rios, lagoas ou açudes. Neste período se alguém for flagrado pelo IBAMA com qualquer especie de peixe, poderá ter o produto apreendido e responder por crime ambiental.





































