
A mesa diretora e os demais vereadores sinalizaram apoio irrestrito aos servidores públicos: Fotos / O Tempo Jornalismo
Uma sessão plenária realizada na noite desta terça-feira (23), no Legislativo Municipal de Camacan, foi transformada em audiência pública em prol de aproximadamente 900 funcionários públicos, que estão sem receber o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, (FGTS), desde 2002. Os funcionários exigem que o prefeito Oziel da Ambulância, individualize os processos junto a Caixa Econômica Federal (CEF), para que eles recebam os subsídios que estão sem nenhuma movimentação na instituição financeira.

Segundo a advogada Lilian Cardoso, representante dos servidores, ela que provocou a audiência, o montante ultrapassa os R$ 2 milhões e meio e, este dinheiro, precisa chegar às mãos de seus legítimos proprietários, porque a quantia fará um grande diferencial junto a economia da cidade. A advogada destacou ainda que o dinheiro existe e precisa ser individualizado e só o prefeito pode fazer isso.
O gestor emitiu um ofício informando que os servidores municipais, possuem regime próprio desde o ano de 1973, e diz o município não tem obrigação de fazer depósitos a título de FGTS, nas contas dos servidores, porque as contas encontram-se bloqueadas por determinação da Caixa Econômica, por conta de supostas irregularidades.

Romeu da Ambulância ao lado da advogada Lilian Cardoso, na Câmara municipal.
A advogada diz que o gestor pode individualizar as contas e tudo será resolvido dentro dos tramites legais. Os vereadores foram unanimes em apoiar os profissionais e ameaçaram trancar a pauta, ou seja, barrar todos os projetos do executivo municipal na casa, enquanto não resolver o impasse junto aos trabalhadores.





































