
Nessa conta também entram indígenas e pequenos agricultores “expropriados de suas terras por interesses poderosos, ligados à exploração das riquezas naturais”.
O Brasil é o país do mundo que teve mais ativistas, pequenos agricultores e sem-terra assassinados em 2016: 66 no total. O dado coloca o país no topo de um ranking indesejado: o de país mais perigoso do mundo para ativistas, seguido pela Colômbia, Filipinas, Índia e Honduras. A análise faz parte do relatório “Ataques letais, mas evitáveis: assassinatos e desaparecimentos forçados daqueles que defendem os direitos humanos”, divulgado nesta terça-feira (5/12), pela Anistia Internacional.





































