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Após bate-boca em plenário, PSD pede cassação de Jean Wyllys

“Posso até ser criticado pelas minhas posições, mas vindo do senhor é um elogio, porque um parlamentar que defende a liberação das drogas e o perdão para traficantes",disse João Rodrigues.

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Após as agressões, Wyllys pediu a palavra e rebateu as acusações, chamando Rodrigues de “fascista” e de “ladrão do dinheiro público”

O Partido Social Democrático (PSD) protocolou na quarta-feira um pedido de cassação do mandato do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). O motivo apresentado pelo presidente do partido, o deputado Guilherme Campos, é uma discussão entre Wyllys e o deputado João Rodrigues (PSD-SC).

O episódio ocorreu no último dia 28, após Rodrigues subir à tribuna e chamar Wyllys de “escória” da política do país. Ele também ironizou a trajetória do parlamentar do PSOL e o acusou de ter chamado de bandidos os deputados favoráveis à revogação do Estatuto do Desarmamento.

Após as agressões, Wyllys pediu a palavra e rebateu as acusações, chamando Rodrigues de “fascista” e de “ladrão do dinheiro público”. O parlamentar aproveitou o momento e lembrou que Rodrigues foi flagrado em maio deste ano assistindo um vídeo pornô durante votação na Casa.

O bate-boca

João Rodrigues:

“Posso até ser criticado pelas minhas posições, mas vindo do senhor é um elogio, porque um parlamentar que defende a liberação das drogas e o perdão para traficantes. Um parlamentar que defende que o adolescente pode trocar de sexo sem autorização dos pais. Isso não é deputado, é a escória da política deste país”.

“(…) o ex-BBB que disputou a primeira eleição com 13 mil votos. Chegou a esta Casa com a sua exposição naquele programa extremamente culto, que acrescenta demais na cultura dos brasileiros. Chegou e questionou o comportamento de cada parlamentar, chamando os parlamentares de bandidos”.

Jean Wyllys:

“Dizer que cheguei aqui com 3 mil votos é falta de informação. Cheguei aqui com mais de 145 mil votos. Primeira informação. A segunda informação: homens decentes não assistem a vídeo pornô em plena sessão plenária. Homens decentes não são condenados por improbidade administrativa por roubar dinheiro público, como o deputado foi”. Exame.com

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