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Procurado por partidos e artistas, Barbosa resiste à ideia de concorrer em 2018

Ele aponta que preza “muito a liberdade”. "Gozo dessa liberdade na sua plenitude, com independência total para fazer e falar o que bem entendo. Isso não tem preço".

O objetivo do encontro era convencê-lo a mudar de ideia.

Cotado como possível candidato à Presidência da República em 2018, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa disse que ainda resiste à ideia de disputar a eleição, apesar de estar sendo procurado por partidos. “A verdade é que eu resisto”, disse, em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. “Estou mais para não ser”. Ele foi procurado por lideranças de siglas como Rede, PSB e PT.

Nesta semana, se reuniu também com artistas como Marisa Monte, Lázaro Ramos, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Caetano Veloso e Thiago Lacerda. O objetivo do encontro era convencê-lo a mudar de ideia. “O maior obstáculo à ideia sou eu mesmo”, afirma Barbosa. Ele aponta que preza “muito a liberdade”. “Gozo dessa liberdade na sua plenitude, com independência total para fazer e falar o que bem entendo. Isso não tem preço”.

Barbosa argumentou também aos artistas que “não tem dinheiro” e que não há “ninguém atrás de mim com recursos” para desenvolver uma campanha. O ex-ministro também questionou: “Será que o Brasil está preparado para ter um presidente negro?”. O encontro com artistas teve a participação de duas lideranças da Rede: o senador Randolfe Rodrigues (AP), e o deputado federal Alessandro Molon (RJ).

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