
Quem consome opções ricas em água, como melancia e chuchu, pode precisar de menos ingestão direta. Já em dias quentes ou de treino, a necessidade costuma subir.
A ideia de beber 2 litros de água pura por dia virou regra para muita gente. Só que a ciência tem mostrado que a necessidade diária varia bastante e depende do corpo e da rotina de cada pessoa. Um estudo publicado na revista Science analisou mais de 5 mil pessoas, em diferentes países, e concluiu que a chamada renovação hídrica muda muito entre os indivíduos. Não existe uma meta única que sirva para todos. Na prática, parte do grupo teve necessidades mais baixas, na faixa de 1,5 a 1,8 litros por dia. Mesmo assim, a variação aumenta ou diminui conforme idade, calor do ambiente e frequência de atividade física.
Água não está só no copo
Outro ponto importante é que nem toda hidratação vem da água bebida diretamente. Alimentos também entram nessa conta, principalmente frutas, verduras e preparos com mais líquido. Quem consome opções ricas em água, como melancia e chuchu, pode precisar de menos ingestão direta. Já em dias quentes ou de treino, a necessidade costuma subir.
O que pode ajudar a definir a quantidade
Os 2 litros podem ser uma referência, mas não devem ser tratados como lei. Para ajustar melhor, dois sinais costumam ajudar: a sede e a cor da urina ao longo do dia.
Em geral, urina muito escura sugere que o corpo está pedindo mais líquido. Já a urina amarelo-clara costuma indicar boa hidratação. Se houver sintomas persistentes, a orientação médica é o caminho mais seguro. Em vez de “cumprir meta”, vale beber aos poucos, em pequenas ingestões, e observar como o corpo responde. Um guia prático está nesta explicação sobre quanto beber de água ao longo do dia.
O que pode ajudar a definir a quantidade
Os 2 litros podem ser uma referência, mas não devem ser tratados como lei. Para ajustar melhor, dois sinais costumam ajudar: a sede e a cor da urina ao longo do dia.
Em geral, urina muito escura sugere que o corpo está pedindo mais líquido. Já a urina amarelo-clara costuma indicar boa hidratação. Se houver sintomas persistentes, a orientação médica é o caminho mais seguro. Em vez de “cumprir meta”, vale beber aos poucos, em pequenas ingestões, e observar como o corpo responde. Um guia prático está nesta explicação sobre quanto beber de água ao longo do dia.
Para a maioria das pessoas saudáveis, o corpo dá conta de eliminar o excesso, mas exageros em pouco tempo podem causar desconforto e, em casos raros, desequilíbrio de sais no sangue. Quem tem doença renal, cardíaca ou usa certos remédios deve ter atenção redobrada. No fim, a melhor regra é combinar bom senso com os sinais do corpo, e ajustar conforme clima, alimentação e nível de esforço no dia a dia. (Correio 24h)





































