
Assim como os salários o 13º salário também está em atraso e, os trabalhadores reivindicam todos os subsídios que em aberto
Na manhã desta quinta-feira (29), 63 funcionários da Fundação Hospitalar da Mata Atlântica de Camacã, (Fundação Hospitalar), entraram em greve mais uma vez. Os funcionários paralisaram suas atividades reivindicando seus subsídios em atraso que devem ser pagos junto com o 13º salários de dezembro ainda em aberto. O rombo trabalhista já ultrapassa o montante de R$ 5 milhões de reais e, a SESAB, o órgão fiscalizador, nada tem feito para estancar a sangria e punir os responsáveis captadores dos recursos. Os trabalhadores atônitos, assim como os sindicalistas disseram não saber como os gestores deixaram a unidade hospitalar chegar a esta situação decadente que vem se desenrolando e procuram saber para onde está indo o dinheiro aplicado nas contas da Fundação Hospitalar.
A promessa é que serão repassados R$ 530 mil para as contas da unidade Hospitalar na terça-feira (2). Serão depositados 50% a serem creditados para os trabalhadores, do salários de novembro, 70% de dezembro e 30% do 13º salário. Membros da Central Única dos trabalhadores (CUT), estão em Camacã com o objetivo de dar suporte aos funcionários e mediar a negociação entre os funcionários e a instituição. Segundo ainda o sindicato, também serão pagos R$ 320 mil para a prestação de serviços e R$ 206 mil para as cirurgias eletivas.
Todos, exceto os médicos, estão apostos na porta da unidade aguardando uma posição e pedem a intervenção da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), para que a situação seja revertida. As primeiras informações apuradas pela reportagem do Portal O Tempo Jornalismo apontam que desde o ano de 2915, o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado já moveu vários processos contra a má ingerência na Fundação Hospitalar, mas a situação continua a mesma. Informações ainda apontam que uma empresa terceirizada ainda desconhecida do grande público, está fazendo reuniões com o atual presidente Arildo de Florentino e outros funcionários da cúpula, com o intuito de gerir os recursos do hospital.
O passivo trabalhista e gestões desastrosas e fraudulentas englobam os responsáveis da unidade há pelo menos 11 anos. O Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (SINDIMED), não se mobilizou com a situação instalada na unidade. As informações foram fornecidas por Osiel do Carmo Coordenador de Assuntos Jurídicos da Central Única dos trabalhadores e João Evangelista Secretário de Imprensa da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
O Tempo Jornalismo)


































