
Alguns vereadores destacaram que os vizinhos deveriam ter a permissão de entrar na cidade, desde que fossem testados na entrada, usassem máscaras, e respeitassem o distanciamento social. Imagem / O Tempo Jornalismo
Os municípios de Camacan Santa Luzia e Mascote, estão enfrentando sérios problemas de locomoção por conta da pandemia do coronavírus. Como a cidade de Camacan, as vizinhas cidades também fecharam suas fronteiras, e agora ninguém entra, ninguém sai. Para Santa Luzia e Mascote que precisam resolver problemas bancários em Camacan, estão de pés e mãos atadas. Com o fechamento das fronteiras, as barreiras instaladas nas entradas e saídas da cidade, segmento empresarial, aposentados, pensionistas e outros, estão impedidos de resolver problemas burocráticos essenciais.
Na última terça-feira (12), os vereadores do Legislativo municipal, apelaram para a constituição federal, quando receberam ofício do Presidente da Câmara de vereadores de Mascote, pedindo aos edis camacanenses que intercedam junto ao executivo municipal, para que permita a entrada de seus munícipes, pois sua vida financeira está atrelada exclusivamente aos bancos de Camacan e precisam resolver diversas situações. Há informações, que muitas pessoas, estão enfrentando sérios problemas financeiros por conta da burocracia instalada.
Alguns vereadores destacaram que os vizinhos deveriam ter a permissão de entrar na cidade, desde que fossem testados na entrada, usassem máscaras, e respeitassem o distanciamento social. As barreiras fixas, estão localizadas na Avenida dos Pioneiros sentido BR-101 e no distrito de São João do Panelinha.
O direito de ir e vir está expresso na constituição federal de 1988, que se encontra no artigo 5º, inciso XV: “É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou sair com seus bens”. Por sua vez, os Mascates de Camacan que trabalham em Santa Luzia, Mascote e Arataca, também clamam para entrarem nestas cidades, pois vivem da cobrança da venda de produtos, e também não podem entrar nestas cidades, porque assim como Camacan, elas também instalaram barreiras. Eis a questão, e agora, como resolver esta situação delicada.





































