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Camacan: Vandalismo nas barbas da Justiça

A falta de educação dos vândalos, não poupou nem o único aparelho, que vive debaixo das barbas do Poder Judiciário da Comarca de Camacan.

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E assim os velhos orelhões findam um ciclo, e sua passagem na vida das pessoas, marcou a era da telefonia que mais serviu a população dos últimos tempos. Fotos / O Tempo Jornalismo

Um telefone público (orelhão), que fica localizado na parede do Fórum Desembargador Antonio Carlos Souto, assim como várias unidades espalhadas pela cidade de Camacan, que deveriam servir como patrimônio cultural de interesse público, já que não dá mais para falar, estão cada vez mais a mercê do vandalismo. A falta de educação dos vândalos, não poupou nem o único aparelho, que vive debaixo das barbas do Poder Judiciário da Comarca de Camacan.

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Na conjuntura atual com a chegada das novas mídias, celulares modernos, Facebook, WhatsApp e outras redes sociais, os telefones públicos definitivamente ficaram no passado, mas sua conservação, deveria servir para amostra às novas gerações que estão chegando, para que vejam como funcionava o sistema de comunicação até o fim dos anos 90 e chegada do ano 2000.

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A reportagem do portal O Tempo Jornalismo, perguntou a alguns jovens entre 13 e 15 anos, se eles já fizeram uso de um telefone público (orelhão), e eles responderam que nunca falaram de um, porque tem celular. Na atualidade, muita gente, principalmente os mais jovens, tem até vergonha de fazer uso de um telefone público, porque dificilmente eles estão em funcionamento, por conta da depredação proporcionada pelo vandalismo. E assim os velhos orelhões findam um ciclo, e sua passagem na vida das pessoas, marcou a era da telefonia que mais serviu a população dos últimos tempos.

 

O telefone, era um artigo de luxo, custava caro, principalmente para pessoas de baixo poder aquisitivo, que não tinham condições de colocar em casa uma linha de telefone fixa, pois naquela época, o sistema de telefonia celular ainda não tinha chegado ao Brasil. Os orelhões estão entrando em extinção, mas um trabalho de recuperação das unidades deveria ser feito, para servir de acervo patrimonial e cultural da cidade, sob a vigilância da prefeitura e de outras instâncias competentes.

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