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Camacan: Sobre o capacete dos mototaxistas “Fábio da Bios”pede paciência ao comandante da PM

Ele pediu paciência ao Major Leonardo Dumas, no trato com os mototaxistas, pois entende que em tempos de pandemia do novo coronavírus, nem todos os clientes, gostam de usar o capacete.

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“Temos que ser amáveis e se preocupar com o nosso próximo, principalmente com pessoas carentes”, disse

O vereador Fábio da Bios (PSB-Camacan), demonstrou preocupação e solidariedade com a notificação enviada pela prefeitura municipal, aos proprietários de barracas, que mantém seu negócio na Praça Mário Batista, centro da cidade. Segundo o vereador, a prefeitura quer que eles venham ser transferidos com seus produtos para a Central de Abastecimento, onde funciona a feira livre dos fins de semana. A ideia não agradou os feirantes. “Alguns deles me procuraram, pedindo que que eu intervenha junto ao prefeito Paulo do Gás, para que desista de tal decisão”, disse não ter conhecimento do autor da ideia.

Os trabalhadores acreditam que se o executivo persistir com a decisão, muitos proprietários de barracas, estarão em sérios apuros, pois o movimento da feira livre no decorrer da semana é muito fraco e os barraqueiros, não poderão sustentar seus familiares, pois a clientela dificilmente frequenta o local no meio de semana.

Serviço social:

Respondendo a alguns questionamentos feitos pelos seus colegas no âmbito da área social, no que se concerne ao doar cestas básicas aos mais carentes, Fábio disse que a ação social é dever de todos. “Temos que ser amáveis e se preocupar com nosso próximo, principalmente com os carentes. “Eu não preciso que às pessoas fiquem sabendo de uma ajuda que eu venha praticar. Não precisamos estar nos holofotes, quando estivermos ajudando alguém”,disse.

Segurança pública:

Ele pediu paciência ao Major Leonardo Dumas, no trato com os mototaxistas, pois entende que em tempos de pandemia, nem todos os clientes, gostam de usar o capacete. Ele destacou que há uma necessidade de uma reunião dos vereadores com o Comandante da PM, para que ele venha conversar com seus subordinados, e tenham mais tolerância com os estes profissionais. “Se a polícia para e, eu desço, eu não pago, e como consequência, ele não recebe seu dinheiro, mas também não vai levar o pão para sua casa”, verbaliza Fábio da Bios.

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