Eduardo disse aos produtores, que eles criaram secadores desordenadamente, sem orientação ambiental e foi para seu próprio interesse e bem estar. Ele destacou que os secadore, não estão dentro dos parâmetros da segurança de saúde pública, e poderão ter suas atividades paralisadas. O município pretende ainda adequar os horários da secagem do café nas dependências do município. 
O presidente da Câmara de Vereadores Lauro Ferraz que também é produtor, disse que os cafeicultores, não são inimigos da saúde pública, nem da sociedade. O edil refletiu que a maior questão, é que existem alguns secadores ás margens de rodovias, que funcionam há mais de 20 anos. Ele pediu ainda que um projeto de melhoria do sistema de secagem, seja enviado ao plenário do Legislativo, mas ressaltou que esta situação deve ser resolvida o mais breve possível.
Números:
O município tem uma área de 400 hectares de café plantadas gerando direta e indiretamente três mil empregos, R$ 1 milhão em impostos para o município, e gera uma renda bruta de R$ 21 milhões por ano.
O Secretário de Agricultura e Meio Ambiente, professor Eduardo e Anderson Almeida, presidente do sindicato dos dos produtores rurais falaram com exclusividade ao Portal O Tempo Jornalismo.






































