Entenda:
Na segunda-feira (1º), por volta do meio dia, Ludmila teria ingerido uma substância identificada como chumbinho, ( veneno de rato). Após ter engolido o produto, começou passar mau e pediu que o pai fosse chamado, não estava bem e precisava da sua presença. Ele disse à nossa reportagem que estava trabalhando quando recebeu o comunicado.
Quando chegou, sua filha já possuía os sintomas negativos por conta das reações químicas do veneno. Imediatamente, foi encaminhada para a Fundação Hospitalar de Camacan onde recebeu os primeiros socorros, na sequência transferida para o Hospital Luiz Eduardo Magalhães em Itabuna, ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistindo as reações do veneno no organismo, veio a falecer.
Segundo ainda o pai da moça, nos últimos dias, ela vinha sofrendo com um quadro de depressão, e apenas estava se comunicando com as amigas nas redes sociais. Ele ainda falou que não entende o que a levou tomar tal decisão. Ludmila era uma jovem educada, obediente aos pais, evangélica da Igreja Assembleia de Deus da Rua 2 de Julho, fazia parte do grupo jovem e tinha sonhos de se tornar enfermeira. O velório está ocorrendo na Igreja Assembleia de Deus na Rua 2 de Julho, e o sepultamento será às 16:00hs, no cemitério Jardim da saudade.





































