Ele acredita que se sua filha fosse levada na mesma noite que foi picada pelo réptil, provavelmente não teria morrido. Disse que o plantonista, ainda sugeriu a transferência para Itabuna, mas depois desistiu, a mandando para casa. O incidente ocorreu no dia 22, e no dia 26, ela passou mal, foi para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Manoel Novais, hospital em Itabuna e morreu dia 5 de Agosto. A Nossa reportagem tentou falar com Patrícia da imunização para saber como é feita a distribuição do soro antiofídico, mas ela, não foi encontrada. A Fundação Hospitalar de Camacan, disse em nota que a instituição solicitou o soro antiofídico ao município, que tem total responsabilidade de armazenamento do mesmo.
Prefeito Paulo do Gás
O prefeito interino Paulo do Gás, falou à nossa reportagem nesta quinta-feira (8), que tinha o soro antiofídico no município, e os funcionários da Secretaria de Saúde, informaram no mesmo dia, a disponibilidade do produto e tinha o soro na Fundação Hospitalar de Camacan. “O município fornece “Soro” quando solicitado via prescrição médica, e quando tem a quantidade solicitada, caso não tenha automaticamente, é encaminhado para Itabuna, que é o grande centro, e principal responsável em fornecer o “soro”, complementa o prefeito.
O Delegado Francesco Denis da Silva Santana, o delegado disse que o médico é perito em medicina, e não deveria ter negligenciado, quanto ao uso do procedimento obrigatório, em caso de mordidas de cobras. Tudo vai se basear nos depoimentos e nas provas que virão no Laudo de Necropsia”. A nossa reportagem tentou um contato com o médico responsável pelo procedimento de Pâmela, mas ainda não teve exito, Veja entrevista do pai da jovem.





































