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Camacan: “Juiz Eros Cavalcanti” e a importância da diplomação e responsabilidade dos eleitos

Cavalcanti disse que há um descredito muito grande dos eleitores com para a classe política, tendo em vista o alto índice de rejeição que tem ocorrido.

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“Se o político eleito se predispuser com honradez, moral, ética e honestidade, isso será fundamental no processo de mudança social”disse: Foto / O Tempo Jornalismo

O Juiz eleitoral da 133ª zona eleitoral, Comarca de Camacan, concedeu entrevista ao Portal O Tempo Jornalismo onde aborda a importância da diplomação dos gestores. Ele inicia sua entrevista dizendo que a diplomação é um ato solene previsto pela legislação eleitoral, que formaliza a eleição do candidato eleito e o torna apto para dentro em breve, exercer o cargo pelo qual foi eleito de acordo com cada município, para torná-lo apto, com a posse que deverá ocorrer dia 1º de janeiro de 2017.

O magistrado destaca um ponto fundamental na administração pública que, no seu ponto de vista que é a segurança. ‘”Eu creio que agente está tentando mais um vez no Brasil viver um processo de mudança e sobre tudo, mudança ética e moral. Eu acho que independente do serviço público que cada município preste, se cada candidato eleito, se predispuser com honradez, moral, ética e com honestidade, isso será fundamental no processo de mudança social”disse.

Para ele, se o gestor atuar desta forma ainda que discreta, realizando basicamente os serviços que são de atribuição do município, mas revestido destes valores, certamente será de fundamental importância para a construção desse processo de mudança do país que começa em cada município.

Fuga do eleitor das urnas:

Cavalcanti disse que há um descrédito muito grande dos eleitores em relação a classe política, tendo em vista o alto índice de rejeição que tem se acentuado a cada pleito e isso se deve por vários fatores: Primeiro -“É muito comum agente se mudar e manter o nosso domicílio eleitoral naquele município, em relação ao qual temos certas raízes familiares”,disse frisando que isso  não é ilegal, mas é possível que agente tenha um domicílio civil, resida em uma cidade e vote em outra, desde que tenha o vínculo com esse município”, disse reiterando que a partir daí, começa o primeiro obstáculo, porque muitas pessoas moram longe e não tem condição para se deslocar apenas no dia da eleição para votar.

Segundo ele a falta de interesse em votar por vezes é muito grande por parte de alguns que só votam se forem conduzidos a votar, exige transporte para se locomover, como o antigo voto de cabresto, que é um fator ainda cultural que não deveria prevalecer, mas infelizmente ainda existe em grande quantidade, aliado ao descredito e assim os eleitores protestam votando nulo, em branco, demonstrando sua indignação e revolta por tudo que está acontecendo.

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