
São exibições inapropriadas, palavrões e frases chulas, que sem a devida autorização, e fotos que foram roubadas das redes sociais.
Além da pandeia do coronavírus (COVID-19), que tem assolado a vida de membros da comunidade Camacanense, nas últimas 72 horas, uma enxurrada de gravações e vídeos editados que a polícia civil já está investigando, estão assolando mulheres casadas e mães de famílias, que passam pela humilhação de ver sua imagem exposta ilicitamente e indecentemente, por meio do aplicativos de whatsApp. Os vídeos, ganharam proporções midiáticas, sendo replicados e compartilhados centenas de vezes, viralizando de forma ascendente. Nas imagens em formato de Slide, os indivíduos, exibem como pano de fundo, letras de funk escrachantes do mais puro baixo calão, que ridicularizam a imagem das mulheres.
São exibições inapropriadas com palavrões e frases chulas, que sem a devida autorização, foram roubadas de suas redes sociais. Os culpados coletam fotos dos perfis das vítimas, transformando-as em atentado violento ao pudor, deixando transparecer que as vítimas, praticam traição contra seus maridos. Vale salientar que estas mulheres, são pessoas religiosas, de caráter ilibado e de bom conceito diante da sociedade. Informações apontam que algumas, já estão enfrentando sérios problemas psicológicos, por conta de suas imagens expostas na internet.
Pelos menos três das vítimas, já registraram boletim de Ocorrência, e mais três, prestarão depoimentos na Delegacia Territorial de Camacan, na terça e quinta-feira da próxima semana, para que o Delegado Denis da Silva Santana, possa dar o ponta pé inicial às investigações. Segundo ainda informações, o Ministério Público será notificado com o objetivo de que providências sejam adotadas, e os responsáveis pela divulgação das imagens, venham ser descobertos e assumam responsabilidade pela divulgação caracterizada como ‘”Fake News do mal”. Os vídeos também tem registrado imagens de vários pais de família, onde os malfeitores vem adotando os mesmos padrões de imoralidade. Os idealizadores das postagens, tem que ter consciência que tal publicação pode ter repercussões e consequências contra eles ou elas. Mas existe um agravante: quem compartilha, também pode ser responsabilizado pelos danos causados. A apropriação indébita das fotos sem consentimento é outro ponto a ser considerado, porque é crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro que consiste no apoderamento de coisa alheia, podendo pegar até 4 anos de prisão. A nossa reportagem está em contato com ás autoridades, para saber o desenrolar das investigações e o desfeche deste episódio.





































