
Em perguntas feitas ao réu sobre sua convivência de casado com Kátia, ele respondeu que seu relacionamento com a vítima era muito bom
O empresário Edvan Ribeiro, está sentado no banco dos réus, no Fórum Desembargador Antonio Carlos Souto, desde a manhã desta quinta-feira (20). O tribunal do júri, teve início por volta das 09:00hs e constituiu quatro testemunhas de acusação e três de defesa, duas delas foram dispensadas. Em perguntas feitas ao réu sobre sua convivência de casado com Kátia, ele respondeu que seu relacionamento com a vítima era muito bom e garantiu que, por ela ser muito calada, desconfiava que possuísse problemas psicológicos.
Disse também que era uma mulher muito íntegra, e que a acusação do assassinato atribuída a ele, é falsa e teria saído da delegacia, porque o que eles queriam era encontrar um culpado. O Júri é presidido pelo juiz criminal, Felipe Remonato e sete jurados. A defesa está á disposição do advogado criminalista Fabiano Pimentel de Salvador, já a acusação é impetrada pelo experiente Promotor de Justiça Ariomar Figueredo Silva do Tribunal do júri também de Salvador.

Edvan frisou que quando o crime aconteceu, ele estava em casa imobilizado vítima de um acidente ocorrido em 16 de dezembro de 2010. Afirmou a traição contra Kátia Cristina, mas teria confessado o caso ao Pastor da Igreja onde eles congregavam, e seu relacionamento extraconjugal só ocorreu, porque não houve vigilância de sua parte e ele caiu.
Perguntado se conhecia os pistoleiros, Edvan garantiu nunca os ter visto e durante todo tempo, cobrou empenho das autoridades policiais, nas investigações e até fez uma passeata cobrando agilidade da justiça. A passeata que ele se refere, ocorreu em 5 de janeiro de 2011. Dezenas de pessoas participam no plenário do Júri. A presidência fez uma pausa para o almoço, por volta das 14:00hs, retorno previsto para ás 15:00hs. O resultado da sentença, só será conhecido por volta das 21:00hs.





































