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Camacan: É difícil andar pelas ruas no meio da “pandemia” com muita gente sem máscara

Será que é difícil de entender que a "COVID-19" ainda não acabou, nem tem previsão de acabar?.

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As autoridades administrativas e judiciárias, assim como os infratores, devem “converter seus corações de pedra em coração de carne” e ter misericórdia de muitas vidas.

É completamente inaceitável a situação do desleixo e relaxamento que muitas pessoas estão acometendo no município de Camacan. É visível em todos os lugares, a violação das exigências, quando às pessoas sem qualquer preocupação com si mesma e com os outras, não tem o mínimo de decência para usar a tão exigida máscara. O uso deste acessório, na atual conjuntura, pode inibir a doença do “novo coronavírus”, e salvar vidas. Quando uma pessoa não usa a máscara, ela assume o risco e aleatoriamente comete o “dolo”, mesmo sendo considerada culpada (sem intenção de matar).

Será que é difícil de entender que a “COVID-19” ainda não acabou, nem tem previsão de acabar?. Há Não!, às autoridades administrativas e judiciárias e os desobedientes, tem que “converter seus corações de pedra em coração de carne” e ter misericórdia de muitas vidas que etão prestes a perecer, pois esta terrível doença tem matado e deixado muitos entes queridos mortos ou órfãos. O álcool 70% ou em gel, em um vidrinho e vidro ou plástico, deveria ser o ingrediente indispensável nas mãos ou à tiracolo, mas em vez disso, o que se ver é mãos vazias e rostos nus.

Pessoas que agem desta forma, não estão preocupadas com seu próximo. Desta forma, um portador da AIDS (HIV), também vai poder ter a mesma liberdade de sair contaminando pessoas sem responsabilidade com a vida de terceiros, porque é isso que tem ocorrido, muita gente perambulando pelas ruas sem a máscara e proliferando a pandemia por onde passa, porque ninguém ainda está imune a esta pandemia. O que se sabe é que os únicos meios de se fazer um atalho contra a doença no meio do caminho, é com a higienização pessoal, lavar as mãos com água e sabão, álcool em gel e o uso da máscara. Isso não é um tratamento, mas uma forma real de não contrair a doença. Não vamos generalizar: Não são todas as pessoas que agem sem tomar os cuidados e, muitos estão encarando o problema com seriedade e estão arrebatando as ordenanças dos órgãos competentes.

A plaquinha dos estabelecimentos comerciais, “ÑÃO ENTRE SEM MÁSCARA”, vão ajudar bastante com a orientação, porque a consciência das pessoas sobre esta pandemia, deve ser levada a rigor todos os dias enquanto ela existir. Se o poder executivo em sintonia com o legislativo, fazer uma nova “Lei municipal do uso da máscara” que deva ser estabelecida e cumprida, mesmo que uma multa deva ser cobrada para os infratores recorrentes, talvez assim, muitas pessoas deixarão de ser contaminadas por esta terrível e avassaladora doença. Atenção autoridades deste município, use o poder que lhe foi concedido por “Deus” para fazer com que se cumpra as ordenanças necessárias em prol da saúde e da vida.

Por Agnaldo Santos / O Tempo Jornalismo

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