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Camacan comemora o 7 de setembro com grande desfile

Uma comemoração recheada de significados, símbolos, imagens e personagens que marcaram a história de Camacan e do Brasil.

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A Polícia Militar, puxou o desfile com seu comando de ordem e fez bonito na avenida: Imagens / O Tempo Jornalismo

O município de Camacan, comemorou nesta quinta-feira (7), a independência do Brasil, com um grandioso desfile, em ato cívico bastante pomposo e cheio de muitos significados, onde contou por meio de imagens, personagens e figuras, o que representa ser a história de Camacan, da Bahia e do Brasil.

O desfile teve início por volta das 15:00hs, saindo da avenida dos Pioneiros, invadiu a rua de Mascote e percorreu maior parte do centro da cidade. O chefe do executivo municipal, Oziel da Ambulância e membro do legislativo tiveram presenças confirmadas. 

O evento que contou com o apoio da Secretaria de educação, homenageou a cultura do cacau, o produtor, o trabalhador da lavoura cacaueira e lamentou o êxodo rural, com a chegada da vassoura de bruxa no final dos a nos 80. Homenageou ainda, antigos comerciantes locais e levou muita alegria às ruas e avenidas da cidade.

Escolas públicas, estaduais, municipais e particulares, capricharam nos detales de cada personagem, o que chamou bastante a atenção do grande público.

O desfile de 7 de Setembro, também foi resgatado e bastante comemorado pelo Colégio Rui Barbosa, no distrito de Jacareci, percorrendo as principais ruas, com a participação da Polícia Militar.

A História:

A Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro. Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822.

O prefeito Oziel da Ambulância, Secretário de saúde Agnevan, vice Paulo do Gás e outras autoridades, compareceram à festa da independência.

O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou o imperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal.
Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.  De certa forma, a possibilidade de um “Brasil independente” remonta à época da vinda da família real para o Brasil em 1808, acontecimento que inaugurou em nosso país o chamado Período Joanino. D. João VI veio com sua corte para o Brasil por ter se recusado a ser conivente com a política do Bloqueio Continental, imposta por Napoleão Bonaparte contra o Reino Unido.

Como Portugal possuía importantes acordos econômicos com os ingleses, D. João VI achou por bem desobedecer às ordens do imperador francês e abandonar a Península Ibérica, sendo escoltado por navios ingleses até a costa brasileira. Nessa época, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido, junto a Portugal e Algarves, deixando assim a condição de ser colônia.

Até o cão, apareceu vestido com a camisa da seleção brasileira, demostrando ser patriota.

Muitas das ações empreendidas por D. João VI no Brasil durante o período em que aqui esteve (1808-1821) colaboraram para que o país ganhasse uma relevância que ainda não possuía. Essa relevância tinha dimensões econômicas, políticas e culturais. Entretanto, nos anos que seguiram após o fim da Era Napoleônica (1799-1815), Portugal passou por intensas turbulências políticas.

Essa situação exigiu a volta do rei D. João VI com sua corte em 1821.  O rei português deixou no Brasil como seu representante D. Pedro, seu filho, que recebeu o título de príncipe regente. Durante o ano de 1821 e até os primeiros dias do mês de setembro de 1822, as turbulências políticas de Portugal fizeram-se refletir também no Brasil. As assembleias que ocorriam em Lisboa (que contavam também com representantes brasileiros) ganhavam pautas que defendiam o retorno de Portugal como o centro político do referido Reino Unido e, por consequência, a submissão do Brasil à sua posição.

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