Os cuidados com o novo coronavírus (COVID-19), apesar do número ter diminuído por conta da vacinação, não devem ser ignorados pois existe a falsa sensação de bem estar que o vírus foi extirpado, quando na verdade, não foi. Nos últimos dias que se antecipam as campanhas, candidatos e apoiadores, deram uma amenizada sobre a existência do novo coronavírus, ignoram a doença, deixando de alertar a população sobre os perigos que a doença ainda representa. O voto é importante para a democracia, mas a conscientização deve ser mais importante por se tratar do bem estar da saúde do povo.
Com a chegada das eleições, os boletins que as prefeituras divulgavam, já não chegam ao conhecimento do povo e assim a população relaxa nos cuidados com a certeza cega que a COVID-19, foi eliminada. Com o voto chegam as políticas públicas, e com a pandemia vem a vulnerabilidade do corpo e por fim a morte. “Com a chegada da morte não há povo, não há eleições, não há voto, porque os mortos não votam”.
A conscientização de manter o uso de máscaras, álcool em gel, distanciamento social ainda é necessário, pois já não fazem parte do dia a dia dos cidadãos e, nas ruas das cidades interioranas pelo menos no sul da Bahia, ainda é possível se ver alguns “gatos pingados”, fazendo o uso correto das máscaras, e muito mais os que levam o acessório na mão, pescoço ou no queixo, e o uso inadequado não protege ninguém. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atestam que o uso correto da máscara inibe a propagação da doença. Sabendo que a doença ainda é uma realidade no mundos, todos tem a obrigação de Cuidar da própria saúde e daqueles que fazem parte do convívio diário, de terceiros, porque a saúde é um bem precioso, a vida um bem maior. A Bahia registrou até esta quarta-feira (26), 1, 7 milhões de casos, com 30.221 mortes, já o Brasil 34,8 milhões de casos, e 688 mil mortes. A conscientização ainda deve ser reiterada, quantas vezes for possível em todos os âmbitos da sociedade pois é sabido pelo grande público a grande quantidade de pessoas doentes por conta da famigerada pandemia, mas os órgão públicos devem fazer sua parte e continuar “batendo nessa tecla” porque saúde é coisa seria e a vida o bem mais precioso e mais importante à disposição do ser humano.
Por Agnaldo Santos





































