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Alexandre foi sequestrado, torturado morto e enterrado pelos criminosos, polícia investiga

Quando encontrado o rosto do jovem estava completamente desfigurado, por conta da tortura sofrida pelos autores deste bárbaro crime.

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Alexandre era uma pessoa muito passiva, amiga e orgulho para sua família. Foto reprodução / O Tempo Jornalismo

A Polícia civil e militar de Camacan, continuam investigando o paradeiro de um individuo de prenome Rafael, (Bracinho), um dos responsáveis pela morte do jovem Alexandre Santos, (Xande), 15 anos, morto com requintes de crueldade e tortura, às  véspera de Natal em uma mata do distrito de São João do Panelinha. Ele foi encontrado morto e enterrado dia 24 de dezembro, ao pé da torre de transmissão da empresa Claro, naquela comunidade. Quando encontrado o rosto do jovem estava completamente desfigurado, por conta da tortura sofrida pelos autores deste bárbaro crime

A vítima morava com os pais naquele distrito e no dia que saiu de casa, horas depois, foi dado como desaparecido. De acordo com a polícia civil, alguns dados da investigação, não podem ser revelados, para não atrapalhar o trabalho de investigação da polícia.

Um menor de 16 anos, que foi apreendido pelas autoridades policiais, juntamente com outros dois apontados pela investigação, disse que tem participação direta neste homicídio, e responsabilizou Bracinho como sendo o executor principal. Há uma contradição entre o depoimento do menor e a perícia técnica.

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Este menor confessou que deu as facadas e Bracinho deu os tiros que terminaram por matar a vítima

Segundo familiares de Alexandre, o laudo pericial, aponta que ele foi morto pelos ferimentos feitos na cabeça, mas o menor apreendido, contou que nem as facadas que deu nas costas, ou as porradas que deram na cabeça, não o mataram. Segundo informou, o que matou Alexandre, foi os dois disparos feitos por Bracinho com um revolver 32 na cabeça. Segundo ainda os familiares, esses disparos não constam no laudo da Polícia Técnica de Itabuna (DPT). O trabalho de investigação continua.

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