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DNIT inicia desapropriação de terras para construção de ponte sobre o Jequitinhonha

A nova ponte, um empreendimento que terá cerca de 510 metros de extensão e faixas duplicadas, está sendo erguida ao lado da atual. A conclusão está prevista ainda para este ano.

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Informações apontam que uma portaria com a medida foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU), na última sexta-feira (20).

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) declarou como utilidade pública um conjunto de terras próximas à ponte sobre o Rio Jequitinhonha, em Itapebi, no extremo-sul da Bahia. Segundo o órgão, o objetivo é facilitar a desapropriação dos terrenos e viabilizar a execução de obras emergenciais para construção da nova ponte. Por causa de desgaste gerado pelo tempo, a ponte atual tem sido alvo de interdições e restrições de trânsito desde o ano passado.

Uma portaria com a medida foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU), na última sexta-feira (20). No entanto, até a última atualização desta reportagem, não há previsão de quantos e quais imóveis serão desapropriados, e nem quando essas intervenções acontecerão.

A passagem é uma importante conexão entre a zona rural e o centro de Itapebi. A nova ponte, um empreendimento que terá cerca de 510 metros de extensão e faixas duplicadas, está sendo erguida ao lado da atual. A conclusão está prevista ainda para este ano.

Ao todo, o governo federal está investindo R$ 104 milhões na reabilitação da ponte atual e na construção da nova travessia. Outros R$ 22 milhões estão sendo aplicados na operação, conservação e manutenção do desvio da Veracel, que tem sido usado pelos motoristas.

Atualmente, apenas veículos leves de passeio, vans, micro-ônibus, ônibus e caminhões com apenas dois eixos poderão utilizar a ponte. Os demais veículos de carga precisam utilizar o desvio da Veracel.

A passagem chegou a ser liberada no dia 22 de dezembro, após quatro meses de suspensão. No entanto, dois dias depois, as novas determinações entraram em vigor. Em nota, a pasta citou descumprimentos das regras estabelecidas como motivo da nova decisão. Entre elas, o desrespeito com o limite de peso e de velocidade dos veículos, que é de 30 km/h. (G1)

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