Brasileiros são os que mais sofrem com a ansiedade

O coração parece estar a ponto de explodir, as mãos começam a tremer como se você se preparasse para enfrentar algo terrível.

Os sintomas e a intensidade variam de pessoa para pessoa.

Primeiro, uma sensação de perigo toma conta do corpo. Não é possível detectar uma ameaça real ou um motivo específico, mas o medo chega e se apossa. Em seguida, vêm as palpitações, a alteração no ritmo da respiração, a falta de ar e a sensação de opressão no peito.

 O coração parece estar a ponto de explodir, as mãos começam a tremer como se você se preparasse para enfrentar algo terrível. A descrição acima nada mais é do que os componentes fisiológicos de uma reação ansiosa que atinge a maioria dos que sofrem de transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
Os sintomas e a intensidade variam de pessoa para pessoa. O período, também. Tudo pode chegar e desaparecer em um piscar de olhos, mas é possível que dure horas, exigindo técnicas ou medicamentos para cortar a evolução das manifestações. Geralmente, não é possível identificar o que desencadeou as reações tão abruptas e extemporâneas.

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