‘Não podemos vender ilusão’, minimiza Gilson Kleina, após triunfo da Chapecoense

Quando fizemos um desafio e atingimos uma meta de Sul-Americana, hoje tem que dar parabéns a esse grupo que atingiu.

No entanto, o técnico Gilson Kleina minimizou a chance de classificação para o maior torneio de clubes da América do Sul

O triunfo por 1 a 0 da Chapecoense sobre o Bahia, em plena Arena Fonte Nova, no último domingo (26), pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, colocou o clube na briga por uma vaga na Libertadores de 2018. A Chape chegou aos 51 pontos, dois a menos do que o Vasco, que é o sétimo colocado. O Botafogo, que ainda joga nesta segunda-feira (27), tem 52 na oitava posição. No entanto, o técnico Gilson Kleina minimizou a chance de classificação para o maior torneio de clubes da América do Sul e destacou a conquista da vaga na Copa Sul-Americana.

“É preciso fazer os cálculos. Não podemos vender ilusão. Quando chegamos a pontuação era ruim e nossa preocupação era não cair. Foi um trabalho de todos. Quando fizemos um desafio e atingimos uma meta de Sul-Americana, hoje tem que dar parabéns a esse grupo que atingiu. Se der para entrar, lógico que queremos, sempre temos que querer mais”, declarou.

No entanto, apesar de não querer “vender ilusão”, o comandante convocou a torcida da Chape para lotar a Arena Condá, no próximo domingo (3), na derradeira partida do Brasileirão deste ano, contra o Coritiba. O duelo está marcado para as 16h no horário da Bahia.

“Manter os pés no chão essa semana. Tenho certeza que vamos lotar o estádio contra o Coritiba. Vamos fazer pela nossa identidade, comprometimento e tentar um resultado positivo, ciente que vamos enfrentar uma equipe que está em uma zona de risco. Não vejo diretor com euforia, presidente com euforia, vemos sempre um algo mais. A convicção que vai determinar o fechamento deste ano”, afirmou.

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